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Destino Maceió

Quem já foi a Maceió sabe bem a sensação de ver aquela orla pela primeira vez. Você chega à praia esperando encontrar uma cena banal e dá de cara com um mar muito mais verde e cintilante do que poderia imaginar. Não é em qualquer cidade litorânea que se vê tamanho contraste entre a cor do mar e a do cimento dos prédios. 

A capital alagoana tem as praias urbanas mais bonitas do Nordeste. O que em parte explica o fato de ela ser uma das mais paparicadas pelas grandes operadoras de turismo. A paisagem se diferencia de um canto para o outro, e a praia muda ao sabor da maré. São 146 piscinas naturais, 58 lagoas, coqueiros, falésias (algumas coloridas), extensos arrecifes e manguezais. 

Maceió tem uma boa rede hoteleira ao longo da Avenida Álvaro Otacílio, na beira-mar, e muito movimento de pessoas circulando, numa mistura harmoniosa de moradores fazendo a caminhada diária com turistas passeando e lotando as barracas. 
Em Maceió, os principais destaques são as piscinas naturais de Pajuçara, a 2 km da costa. Jangadinhas fazem uma longa fila na areia, esperando para zarpar no horário da maré baixa. E o passeio dá direito a mergulho, caipirinha, cerveja, camarão frito e à companhia de peixinhos coloridos.

Localização: E onde fica Maceió?

Uma inigualável sucessão de magníficas praias, concentradas numa extensão de 230 km, caracteriza o litoral deste Estado de 27.731 Km2. A capital alagoana, que fica entre os estados de Sergipe (abaixo) e Pernambuco (acima), contam ainda com coqueiros, mangues e um belíssimo mar, que fazem da cidade um dos pólos turísticos mais frequentados do país. 

Capital do estado de Alagoas, Maceió limita-se ao norte com os municípios de Paripueira, Barra de Santo Antônio, São Luís do Quitunde, Flexeiras e Messias; ao sul, com o município de Marechal Deodoro e Oceano Atlântico; a oeste faz fronteira com Rio Largo, Satuba, Santa Luzia do Norte e Coqueiro Seco; a leste, com o Oceano Atlântico.

A cultura em Maceió

Maceió não tem um passado de colonização tão importante quanto de outras capitais do Nordeste. Conta-se que os primeiros portugueses chegaram na baía de Jaraguá no século 17 para retirar pau-brasil das florestas litorâneas. A cidade cresceu em torno do porto, por causa do açúcar e depois, do algodão. Tornou-se vila em 1815 e capital da província de Alagoas em 1839. 
O “bairro histórico” de Maceió é o Jaraguá, onde estão os antigos galpões do porto, restaurados nos anos de 1990. Já foi o reduto boêmio da cidade, mas os preços altos dos aluguéis fizeram os empresários migrarem para Stella Maris.
Em 1960, Maceió contava com apenas 180 mil moradores. No último censo, o número chegou a quase 900 mil. 
Na capital alagoana, é a bordo de um saveiro navegando pela Lagoa de Mundaú. O passeio dura um dia inteiro e inclui no roteiro nove ilhas lacustres, com paradas para banho e almoço. Só termina com o sol tingindo de dourado as águas da lagoa. 
Maceió tem como característica uma cultura marcante, representada principalmente pelo seu rico folclore. Dentre as manifestações folclóricas há os diversos folguedos, tais como: Caboclinho, Carvalhada, Chegança, Coco Alagoano, Festa de Reis, Guerreiro, Pastoril, Reisado, Quilombo, Zabumba, e, também, o artesanato representado pelo filé e pela cerâmica que encanta a todos por sua criatividade, originalidade e beleza. 

Conferir de perto o brilho e a força dessas tradições é uma obrigação para quem quer que passe por aqui.
Entretanto em contato com o imaginário popular, o visitante vai descobrir faces diferenciadas da cultura alagoana.

Roteiro: As praias de Maceió

Depois de aproveitar as praias centrais, o que não leva mais do que dois ou três dias, chega a hora de partir para conhecer o litoral dos arredores. A costa alagoana tem cerca de 200 km de extensão e belezas para os dois lados da capital. Ao sul, a Praia do Francês, a 20 minutos de Maceió, costuma ser a primeira parada. Trata-se de uma daquelas praias de alta rotatividade. 

Há muito que fazer em esportes náuticos e pouco espaço para andar entre o mar de guarda-sóis. Muito melhor é a vizinha Barra de São Miguel, de onde partem os saveiros que atravessam o rio e levam à Praia do Gunga – e esta sim, vale muito a pena. 

O Gunga é passeio para um dia inteiro. Na ponta da península, onde há bares e restaurantes, rola muvuca e som alto. Mas a praia é longa e segue deserta por muitos quilômetros. É perfeita para uma caminhada e para passear nos bugues, que levam até as falésias da Lagoa Azeda. 

O Gunga também pode ser acessado de carro ou nas vans de excursão atravessando uma fazenda particular.
Ir de saveiro, porém, é mais divertido. Qualquer agência em Maceió oferece o passeio ou você pode solicitar na recepção do hotel.

A riqueza gastronômica de Maceió

As mesas mais concorridas são as do Divina Gula (R. Eng. Brandão Nogueira, 85, Stella Maris), um restaurante bárbaro, com vários ambientes (tem até berçário) e especializado em comida mineira. Em Maceió, também está o melhor restaurante de comida peruana do país, o Wanchako (R. São Francisco de Assis, 93, Jatiúca). 

Entre os pratos regionais, é comum o sururu, um crustáceo pescado nas lagoas de Mundaú e Manguaba, que abastecem desde caldinhos a moquecas. Um regional bastante elogiado é o Carne de Sol do Picuí (Av. da Paz, 1140, Jaraguá). 

Na orla, chama a atenção à réplica de um castelo medieval, onde funciona o restaurante Famiglia Giuliano (Av. Álvaro Otacílio, 3115, Ponta Verde). Ainda na área a beira-mar há também uma seqüência impressionante de barracas de tapioca. A clássica tem recheio de queijo coalho e côco ralado. Contudo, há variações com muitos outros ingredientes, como frango com catupiry e carne-de-sol com nata.

Fonte: Http://www.submarinoviagens.com.br

Mais Informações: http://www.turismo.maceio.al.gov.br/